Quem sou 2018-09-08T13:59:52+00:00

Quem sou

Sou mineiro de Diamantina, 66 anos, casado, pai de quatro filhos, engenheiro civil, economista, especialista em estratégia empresarial e professor. Tenho 11 irmãos. Filho de uma típica família mineira, com pai juiz e desembargador, e mãe dedicada à família, recebi valores profundos de honra, esforço e trabalho. O ambiente familiar também me legou o amor às artes, educação e às letras.

Quando estava com quatro anos de idade minha família se mudou para Belo Horizonte. Na capital estudei no Colégio Arnaldo, recebendo a rígida, mas amorosa educação dos padres alemães. Cursei engenharia na UFMG, economia na PUC, me tornou mestre em economia pelo Cedeplar da UFMG e especializei-me em estratégia empresarial na Fundação Dom Cabral/INSEAD.

Em minha vida profissional, fui diretor presidente da Celulose Nipo-Brasileira S/A (CENIBRA); secretário de Estado de Cultura de Minas Gerais; funcionário concursado cheguei aos cargos de diretor financeiro, de operações, planejamento e diretor superintendente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG); fui também vice-presidente do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) e chefe de gabinete do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Fui ainda superintendente executivo de relações institucionais da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Publiquei os trabalhos “Economia Mineira – 1989: Diagnóstico e Perspectivas”, “Evolução e Perspectivas do Setor Industrial em Minas Gerais”, “O Programa de Estabilização e os Bancos” e “O Setor Industrial em Minas Gerais: Características, Desempenho Recente e Perspectivas”.

Como professor lecionei na UFMG, nas áreas de Computação, Otimização e Economia, tanto na graduação quanto no mestrado. Minha grande experiência inclui ainda a presidência do Conselho Regional de Economia e do Instituto Brasileiro de Planejamento, a vice-presidência do América Futebol Clube, e a atuação nos conselhos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e da MRV Engenharia.

Com toda esta experiência e indignado com a situação e rumos do Brasil, como todo cidadão de bem, filiei-me ao NOVO e coloquei meu nome à disposição da chapa para o governo de Minas, que é encabeçada pelo empresário de Araxá, Romeu Zema. Tomei esta atitude por dois motivos principais. Em primeiro lugar, exatamente pela indignação e inconformismo com o caos do país. Tenho a convicção de que o único caminho realmente eficaz para transformar a situação é a boa política. Só por esta via esses sentimentos serão transformados em ações e atitudes políticas, nos diversos níveis que ela permite. Acredito que é fundamental que as pessoas se reconectem ao mundo da política pela verdadeira sociedade brasileira, real, vibrante, trabalhadora, honesta e, em sua esmagadora maioria, criativa e empreendedora. Há um abismo separando o mundo da política, e dos políticos, da realidade concreta dos brasileiros de bem.

Por isso, entendo que, muito mais que a mera mudança de pessoas, precisamos mudar as instituições políticas, pois é nelas que está a causa em última instância das mazelas de hoje. É preciso então acabar com o uso de recursos públicos no financiamento das campanhas e dos partidos, extinguir o voto obrigatório, o horário eleitoral gratuito e qualquer privilégio contrário a uma política inovadora, sem amarras e ideias ultrapassadas. É preciso desenvolver uma política para os cidadãos, abolir os coronéis e donos dos partidos.

O segundo motivo para estar na política está diretamente ligado ao NOVO 30. Acredito que uma política genuína precisa de partidos autênticos, vivos, formados pela reunião de pessoas em torno de valores e ideias, não de interesses. Partidos de verdade! Enxergo o NOVO como “uma luz portadora de esperança”. E é por isso que me uno com entusiasmo nessa jornada, tentando dar a minha modesta contribuição para que a transformação seja uma alternativa concreta da grande mudança que precisamos, em Minas e no Brasil.

“Uma política genuína precisa de partidos autênticos, vivos, formados pela reunião de pessoas em torno de valores e ideias, não de interesses” (Paulo Brant)

Foto: Divulgação

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